quarta-feira, 30 de junho de 2010

[ 18:02 ]

Balanço de junho: assisti 15 filmes e uns 48 episódios de séries de tv (incluindo a quarta temporada de Bones), vi 56 jogos da FIFA World Cup e os 7 jogos das finais da NBA, ouvi 32 palestras no iPod (da série Great Ideas of Psychology) e 1 no Smithsonian Institute (A Journey into Jazz), e terminei um jogo no Playstation 3 (Valkyria Chronicles). #

[ 12:29 ]

Cheguei ao final da quarta temporada de Bones em blu-ray. Alguns episódios bons, alguns episódios fracos, e um final muito pateta. Os roteiristas da série parecem ter algum bloqueio mental na hora de escrever finais de temporada. Na segunda, encenaram um casamento tosco para o Hodgins e a Angela, e ainda mandaram o Zack para o Iraque. Na terceira, inventaram uma morte falsa para o Booth e revelaram que um dos protagonistas era na verdade o ajudante número um do terrível serial killer canibal. E na quarta, mostraram um sonho do Booth onde todos os personagens aparecem em papéis diferentes dos habituais e a história é uma enorme bobagem sem qualquer interesse. #

terça-feira, 29 de junho de 2010

[ 22:58 ]

Completei o jogo Valkyria Chronicles no Playstation 3. Muito bacaninha. O início é lento, basicamente apresentando a premissa, os personagens e a interface, mas depois que a ação passa para Randgriz no terceiro capítulo o ritmo se torna muito bom. A história é envolvente, lembrando o estilo de bons desenhos animados japoneses, e algumas batalhas são diabolicamente difíceis. Terminei o jogo, depois de aproximadamente setenta horas, com todos os meus soldados (scouts, shocktroopers, lancers, engineers e snipers) no nível 18. #

segunda-feira, 28 de junho de 2010

[ 12:31 ]

Sessão dupla em dvr com filmes sobre a história da Alemanha. Valkyrie (EUA-Alemanha, 2008), do Bryan Singer, conta a história do coronel nazista Claus Schenk Graf von Stauffenberg e sua participação numa trama para assassinar Hitler e tomar o poder na Alemanha em 1944. Apesar de sabermos como tudo vai terminar, o filme consegue criar alguns momentos de tensão graças às reações nem sempre previsíveis dos personagens. Bom elenco, com Tom Cruise no papel principal acompanhado de Kenneth Branagh, Bill Nighy, Tom Wilkinson, Terence Stamp e Eddie Izzard. Eu me lembro vagamente de já ter vito outro filme com a mesma história, imagino que tenha sido The Plot to Kill Hitler, de 1990, com o Brad Davis. Der Baader Meinhof Komplex (Alemanha-França, 2008), do Uli Edel, conta a história do grupo terrorista RAF (Rote Armee Fraktion), mais conhecido como Baader-Meinhof por causa dos seus participantes mais famosos, Andreas Baader e Ulrike Meinhof. A narrativa acompanha de perto os integrantes do grupo, uma mistura de militantes políticos transformados pelo fanatismo e sociopatas que encontraram uma justificativa e uma desculpa para seus instintos destrutivos. É particularmente interessante observar o terrorismo político dos anos setenta agora que vivemos numa época em que o terrorismo é quase todo religioso. #

domingo, 27 de junho de 2010

[ 17:56 ]

Dia de bom futebol e péssima arbitragem na Copa do Mundo. Alemanha e Argentina indubitavelmente mereceram suas vitórias sobre Inglaterra e México, mas o espetáculo teria sido muito melhor sem as atuações vergonhosas dos juízes que desconsideraram um gol obviamente legítimo da Inglaterra e validaram um gol obviamente ilegal da Argentina. Não entendo a teimosia da FIFA em proibir o uso de tecnologia para evitar esses erros. Bastaria o quarto árbitro (que já está disponível) assistir a transmissão televisiva (que já está disponível) e informar qualquer deslize ao juiz principal usando o sistema de telecomunicação (que já está disponível). #

sábado, 26 de junho de 2010

[ 12:35 ]

Esta semana começaram duas novas séries policiais. Memphis Beat eu achei fraca. Jason Lee é um detetive na cidade de Memphis, onde toda a população parece obcecada com a herança cultual de Elvis Presley. O próprio protagonista, nas horas vagas, canta músicas do rei do rock num clube enfumaçado. O tom da narrativa me pareceu falso, com personagens um bocado inverossímeis e sotaques sulistas um bocado incômodos. Rookie Blue eu achei bem melhor, apesar de quase todos os policiais da série parecerem modelos fotográficos. Gostei particularmente da primeira cena, onde os quatro novatos têm que se livrar de suas algemas e usam métodos que os definem como personagens: Chris e Traci tentam trabalhar em conjunto, Andy tenta resolver o problema sozinha, Gail simplesmente convence alguém a lhe dar a chave. #

sexta-feira, 25 de junho de 2010

[ 18:10 ]

Terminada a primeira fase da Copa do Mundo, deixo aqui minha apreciação. Pior coisa da competição: vuvuzelas. Segunda pior coisa da competição: falhas na arbitragem. Equipe que eu mais gostei de ver classificada: Japão. Equipe que eu mais gostei de ver desclassificada: Itália. Meu jogador preferido: Keisuke Honda. Melhor gol: David Villa contra o Chile. Momento mais infeliz: Robert Green e seu monumental frango. #

quinta-feira, 24 de junho de 2010

[ 10:42 ]

Assisti em blu-ray Surrogates (EUA, 2009), do Jonathan Mostow. Sci-fi thriller bacaninha, baseado na graphic novel do Robert Venditti. Bruce Willis é um detetive investigando um caso de homicídio num mundo onde andróides quase indiscerníveis de seres humanos são controlados remotamente por uma população que basicamente não sai de casa e usa estes substitutos mecânicos para conduzir uma vida de vaidade e emoções fortes. Eu gosto de histórias assim, com uma premissa do tipo "como seria o mundo se...?", uma trama criminal bem encaixada nessa nova realidade, e um desfecho que ilumina escolhas morais e provoca questionamentos interessantes. Gostei e recomendo. #

[ 10:17 ]

Mais recordes de temperatura quebrados hoje por aqui, com o Reagan National Airport registrando 100°F (37.7°C), dois graus acima do recorde de 1894 para esta época do ano. O verão está ainda no começo, é claro, e dias mais quentes virão. #

quarta-feira, 23 de junho de 2010

[ 13:26 ]

Assisti em blu-ray The Invention of Lying (EUA, 2009), do Ricky Gervais. Filme simpático e com uma premissa engraçada conduzida com habilidade, apesar de ser uma comédia com basicamente uma única piada cercada de pequenas ramificações. Alfinetadas bem direcionadas contra bobagens religiosas garantem a diversão. #

terça-feira, 22 de junho de 2010

[ 11:21 ]

Confirmação oficial. Depois de um inverno que quebrou o recorde de quantidade de neve, Washington DC teve uma primavera que quebrou o recorde de altas tempraturas, com a média diária nos 66.7°F (19.2°C), o que na prática significa que a temperatura ultrapassou os 86°F (30°C) quase todos os dias. #

segunda-feira, 21 de junho de 2010

[ 17:18 ]

Ontem começou uma série nova no canal ABC, The Gates, com a Rhona Mitra (de Stargate Universe) e a Chandra West (de NYPD Blue). Ainda é cedo para formar uma opinião, mas por enquanto está parecendo Desperate Housewives com bruxas, vampiros e lobisomens. #

[ 17:10 ]

Terminou ontem a série The Tudors. Gostei do episódio final, que mostra os últimos dias do monarca e usa o famoso quadro do Holbein como elemento fundamental da narrativa. Apesar de se ter desviado em alguns momentos dos fatos históricos (principalmente em relação a papas e às irmãs do rei), The Tudors foi uma série bacana. Agora quero continuar vendo dramatizações da época e acompanhar as filhas do Henry VIII. #

[ 11:17 ]

Quando falei aqui sobre o meu descontentamento com a atuação da seleção brasileira no seu jogo de estréia, recebi emails de gente que entende do assunto me explicando que futebol hoje é assim mesmo, que não existem mais equipes fracas e mesmo nações menos cotadas precisam ser tratadas com cuidado, e que goleadas em Copa do Mundo são coisas do passado. Aí hoje a seleção portuguesa vai lá e enfia sete gols na mesma seleção coreana que os brasileiros "trataram com cautela". O que os especialistas vão dizer agora, que futebol é uma caixinha de surpresas? #

sábado, 19 de junho de 2010

[ 12:05 ]

Estou assistindo em blu-ray a quarta temporada de Bones. Episódios bons e episódios ruins continuam se alternando. Os mais fracos são geralmente tentativas de forçar personagens em situações não muito verossímeis (como, por exemplo, em The Perfect Pieces in the Purple Pond, onde tentam reabilitar o Zack Addy, que na temporada passada tinha sido revelado como fiel assistente de um megavilão canibal) ou tentativas de transformar a série em comédia (como, por exemplo, em Double Trouble in the Panhandle, onde Brennan e Booth vão trabalhar no circo para investigar um caso). Felizmente, estes episódios infelizes ainda são minoria. #

sexta-feira, 18 de junho de 2010

[ 10:54 ]

Algumas pessoas me enviaram emails perguntando como estou assistindo a Copa do Mundo aqui nos EUA. Ora, na televisão, obviamente. Todos os jogos estão sendo transmitidos ao vivo, a maior parte no canal ESPN e alguns no canal ABC. Os dois primeiros jogos do dia eu assisto no meu gravador digital, para não ter que acordar cedo. O jogo da tarde (noite na África do Sul) eu vejo ao vivo. #

quinta-feira, 17 de junho de 2010

[ 11:37 ]

Assisti em blu-ray State of Play (EUA, 2009), do Kevin Macdonald. Thriller político-policial-jornalístico bacaninha, adaptação da série televisiva homônima da BBC. A ação se passa aqui em Washington DC e é fácil reconhecer vários pontos da cidade, não só locais turísticos mas também estações de metrô e restaurantes que eu freqüento. A história é boa e toca em temas interessantes (como corrupção política e integridade jornalística) mas sem se aprofundar neles. Para mim, State of Play teria sido um filme bem melhor se em vez do Russell Crowe e do Ben Affleck tivéssemos os atores originalmente escolhidos para os papéis principais, Brad Pitt e Edward Norton. #

quarta-feira, 16 de junho de 2010

[ 15:07 ]

Ontem foi um dia bom para equipes com uniforme amarelo. À tarde, a seleção brasileira venceu seu jogo de estréia na Copa do Mundo. A apresentação contra a Coréia do Norte, oficialmente o time mais fraco na competição, não foi brilhante mas aparentemente estamos numa época em que a única coisa que importa é o resultado e a habilidade na execução não é muito valorizada. À noite, os Lakers venceram os Celtics na partida final dos playoffs da NBA. Um jogo difícil numa série difícil, mas um resultado merecido para a equipe de Los Angeles. É o quinto título do Kobe Bryant e a segunda vez que leva o troféu de MVP das finais (nas outras três vezes a honraria foi para o Shaquille O'Neal), e também o quinto título do Derek Fisher. Mas quem fica com o recorde mais impressionante é o técnico Phil Jackson, que em vinte anos de carreira conquistou onze campeonatos (seis com o Chicago Bulls, cinco com o Los Angeles Lakers). #

terça-feira, 15 de junho de 2010

[ 11:06 ]

Sessão dupla em dvr, com filmes em estilo completamente diferente. Sand Serpents (EUA, 2009), do Jeff Renfroe, é mais uma daquelas produções baratas com gente fugindo de monstros no meio do deserto. Desta vez são minhocas gigantescas causando destruição no meio da guerra do Afeganistão, o que poderia servir de base para metáforas mas o roteiro nunca vai tão longe. Color Me Kubrick (GB-França, 2005) do Brian W. Cook, conta a história do Alan Conway, aquele vigarista que fingia ser o Stanley Kubrick. A narrativa é claudicante, equilibrando-se numa trama tênue e insistindo em fazer referências totalmente desnecessárias aos filmes do Kubrick. O que salva o filme é a interpretação poderosa do John Malkovich. #

segunda-feira, 14 de junho de 2010

[ 12:24 ]

Assisti em dvr Paris Blues (EUA, 1961), do Martin Ritt. Paul Newman e Sidney Poitier são dois músicos de jazz desconhecidos que se mudaram dos EUA para a França. Aí aparecem duas turistas estadunidenses, seduzem os rapazes, e em menos de duas semanas já querem que eles se mudem de volta para os EUA com elas. Drama fraquinho, mas com boa música do Duke Ellington e participação do Louis Armstrong. A Joanne Woodward aparece com um cabelinho ridículo. #

domingo, 13 de junho de 2010

[ 20:05 ]

Vinho da noite: Valoroso Cabernet Castelão 2008. Português, de Setúbal. Bom, mas eu teria gostado mais se fosse um pouco menos ácido. #

[ 18:52 ]

Sessão dupla em blu-ray. Primeiro, The Taking of Pelham 123 (EUA, 2009), do Tony Scott (de Deja Vu). Nunca vi o primeiro filme, com o Walter Matthau, então não posso comparar com o remake, mas achei a história bacaninha. O velho tema do sujeito comum que se vê envolvido numa situação além do seu controle e usa a oportunidade para se redimir dos pecadilhos que carrega na consciência. Denzel Washington em boa interpretação, John Travolta nem tanto, James Gandolfini e John Turturro como bons coadjuvantes. Depois, Law Abiding Citizen (EUA, 2009), do F. Gary Gray (de The Italian Job). Thriller razoável (apesar de inverossímil) mas com uma história que de certa forma valida e justifica o que o sistema judiciário tem de pior, como acordos de bastidores e funcionários mais preocupados com a própria carreira que com qualquer forma de justiça, todos transformados em heróis ou mártires. Jamie Foxx e Gerard Butler lideram o elenco, que também tem o Colm Meaney e a Leslie Bibb. #

sábado, 12 de junho de 2010

[ 11:13 ]

No meio da semana eu fui assistir a palestra A Journey into Jazz: Learning to Listen and Explore, com o Tom Moon. Tema interessante, ótimas passagens musicais, mas a abordagem foi tão subjetiva e tão metafórica que várias vezes durante o evento me lembrei da frase "falar sobre música é como dançar sobre arquitetura". Valeu pelo entusiasmo do palestrante, mas confesso que não aprendi muitas coisas novas. #

sexta-feira, 11 de junho de 2010

[ 15:58 ]

E começou hoje a Copa do Mundo, com um golaço do Tshabalala. Assistindo o jogo, comecei a lembrar de onde eu estava em outras Copas do Mundo. Balneário Camboriú em 2006, esperando pelo meu green card. Me mudando da Florida para a Virginia em 2002. São Paulo em 1998. Lisboa em 1994 e em 1990. Porto Alegre em 1986. Lloret de Mar em 1982, pertinho de onde os jogos estavam sendo disputados. Rio de Janeiro em 1978, 1974 e 1970. A Copa de 1970 é a primeira que me lembro, principalmente do meu avô, que era português, torcendo emocionado pelo Brasil. #

quarta-feira, 09 de junho de 2010

[ 12:27 ]

Assisti em blu-ray (500) Days of Summer (EUA, 2009), do Marc Webb. Dramédia romântica razoável com um herói sem graça (Joseph Gordon-Levitt, de 10 Things I Hate About You) e uma heroína adorável (Zooey Deschanel, de The Hitchhiker's Guide to the Galaxy). A trama é simples, mas a narrativa é criativa e acrescenta interesse a uma história quase banal. #

terça-feira, 08 de junho de 2010

[ 12:03 ]

Ontem terminou a segunda temporada de United States of Tara, que continua interessante e simpática. Imagino que a próxima temporada seja a última, já que quase todos os personagens parecem estar perto de uma conclusão para seus arcos dramáticos. #

[ 11:56 ]

Ontem começou uma nova série na NBC, Persons Unknown. Um grupo de desconhecidos acorda num hotel perdido numa cidadezinha deserta sem saber como foram parar ali. Aparentemente, eles estão sendo observados como ratos num labirinto sem saída óbvia. Mistério promissor, espero que não sofra com buracos na trama (como FlashForward) ou com explicações pífias (como Lost). #

segunda-feira, 07 de junho de 2010

[ 18:20 ]

Encontrei um livro que vai além dos habituais pontos turísticos e conta detalhes interessantes sobre lugares não tão conhecidos da cidade. Com Washington on Foot na mochila, passei a tarde andando aqui pela minha região, Cleveland Park, e descobrindo algumas casas muito bacanas do final do século XIX e do início do século XX. #

domingo, 06 de junho de 2010

[ 17:40 ]

Assisti em dvr Princess of Mars (EUA, 2009), do Mark Atkins. Tudo muito tosco, roteiro tosco, diálogos toscos, interpretações toscas, alienígenas com máscaras toscas. Ao menos fizeram algum esforço para contornar alguns problemas deixados pelo livro original do Edgar Rice Burroughs. O herói John Carter não é mais um soldado da guerra civil e sim um soldado na guerra do Afeganistão, e é enviado em sua viagem interplanetária não por projeção astral mas através de um projeto experimental de teletransporte. Ah, e não é o planeta Marte aqui pertinho, onde sabemos que não existem tribos de marcianos, mas outro planeta Marte em outro sistema solar. Eu já não lembro dos detalhes da história do Burroughs mas me parece que o roteiro segue razoavelmente a mesma linha (apesar dos Tharks aqui não terem quatro braços, talvez porque isto encareceria muito a produção). Antonio Sabato Jr., ex-modelo de cuecas Calvin Klein, é o herói John Carter. Traci Lords, ex-atriz pornô quarentona, é a princesa Dejah Thoris. #

sexta-feira, 04 de junho de 2010

[ 12:27 ]

Assisti em dvr Vicky Cristina Barcelona (Espanha-EUA, 2008), do Woody Allen. Há quem considere que a melhor fase do Woody Allen foi no final dos anos setenta, com Annie Hall e Manhattan. Para mim, porém, sua melhor forma é a atual, com preciosidades como Match Point, Whatever Works e, claro, este adorável Vicky Cristina Barcelona. São histórias com espaço para relacionamentos interpessoais mas com uma saudável dose de realismo, sem mergulhar na inverossimilhança e nas bobagens típicas das comédias românticas de alto consumo que vendem mitos absurdos. Vicky Cristina Barcelona tem boas interpretações (Javier Bardem, Scarlett Johansson, Rebecca Hall, e Penélope Cruz, que ganhou um Oscar por este papel) bons diálogos (com frases como "The trick is to enjoy life, accepting it has no meaning whatsoever.") e uma história bem bacaninha. Recomendo. #

quinta-feira, 03 de junho de 2010

[ 17:02 ]

Boa leitura: Why sensible people reject the truth. Para acompanhar: When a sceptic isn't a sceptic. #

[ 14:25 ]

E se tivéssemos uma universidade onde os professores fossem personagens de programas de televisão? TV University. #

quarta-feira, 02 de junho de 2010

[ 23:42 ]

Vi agora o Morgan Freeman sendo entrevistado pelo Jon Stewart no Daily Show e me deliciei com uma das respostas que ele deu. A pergunta era sobre o que ele pensava depois de ter trabalhado numa série de televisão sobre cosmologia, se se sentia mais confortável com sua visão do universo ou mais frágil e com mais dúvidas. Ele começou dizendo que vai viver mais uns trinta ou quarenta anos, o que já é uma excelente perspectiva para um septuagenário, outras pessoas na mesma faixa etária habitualmente dizem que não têm muito mais tempo para viver. E completou dizendo que, considerando o tempo que lhe resta, qualquer coisa que vá acontecer com o universo não o preocupa, porque ele não vai estar aqui para testemunhar. Sujeito supimpamente zen. #

[ 12:42 ]

Som do dia: duas bandas de western swing, The Wiyos e Pokey LaFarge and the South City Three. #

[ 10:40 ]

Camiseta Star Trek do dia: Party Trick. #

[ 10:38 ]

Leitura Star Trek do dia: How You Can Live Like A Vulcan Without Bleeding Green. #

terça-feira, 01 de junho de 2010

[ 12:26 ]

Sessão dupla em dvr com thrillers fraquinhos. Em Blue Seduction (Canadá, 2009), do Timothy Bond, um rock star decadente (Billy Zane, de The Phantom) é perseguido em estilo Fatal Attraction por uma cantora ambiciosa (Estella Warren, de Planet of the Apes). A história é razoável mas o epílogo é bobinho e desnecessário. E a direção é completamente sem inspiração, parece trabalho de principiante apesar do diretor ter mais de cinqüenta títulos no seu currículo. Em Cat City (EUA, 2008), do Brent Huff, um picareta de segunda categoria (Julian Sands, de Warlock) tenta equilibrar uma esposa (Rebecca Pidgeon, de The Spanish Prisoner), uma amante (Shawn Huff, esposa do diretor), e um investimento imobiliário que não deu certo, quando um assassinato o coloca na posição de suspeito número um. O filme não é ruim, mas implode por causa de um detalhe incômodo: o personagem misterioso que chega na cidade e imediatamente seduz sem qualquer dificuldade a beldade morena e a beldade loira é interpretado pelo Alano Massi, um ator sem qualquer carisma e sem grandes atrativos físicos. É difícil acompanhar a trama sem se perguntar com freqüência "mas por que aquelas mulheres se sentem atraídas pelo irmão do Napoleon Dynamite?". #