terça-feira, 09 de março de 2010
[ 11:15 ]
Ouvindo música no YouTube, parte dois: You're Gonna Miss Me, com Lulu and the Lampshades. #
[ 11:13 ]
Ouvindo música no YouTube, parte um: Beat It, com Pomplamoose. #
segunda-feira, 08 de março de 2010
[ 19:40 ]
Assisti em dvr Evidence of Blood (EUA, 1998), do Andrew Mondshein, baseado no livro homônimo do Thomas H. Cook. David Strathairn (de Good Night, and Good Luck) é o escritor que volta à sua cidadezinha natal para desvendar um mistério, Mary McDonnell (de Dances with Wolves) é a dona do bar local com um mistério a ser desvendado. Um drama policial bacaninha, mas com um problema comum em histórias do gênero. Para que o mistério seja revelado somente no momento mais oportuno para a narrativa, é criado um mecanismo artificial para manter o espectador no escuro. Neste caso, temos dois destes mecanismos. Primeiro, logo no início do filme o protagonista recebe um envelope com uma pista importante (literalmente rotulada como a pista crucial a ser seguida) mas só bem perto do final ele percebe o significado da pista (que deveria ter sido imediatamente óbvio para o personagem). Segundo, o investigador tem memórias de infância que desvendariam o caso facilmente, mas que graças a um conveniente trauma só são desbloqueadas bem pertinho do final do filme. #
sábado, 06 de março de 2010
[ 19:09 ]
Para acompanhar a série The Tudors, assisti dois filmes sobre a época. Em dvr, vi The Private Life of Henry VIII (GB, 1933), do Alexander Korda. Uma visão ingênua da história, onde tudo é decorrência das vontades das figuras famosas, e fatores econômicos, políticos e sociais parecem não existir. Pior que isso, as interpretações são um bocado teatrais e o Charles Laughton dá um espetáculo de overacting no papel principal. Difícil entender como recebeu um Oscar por aquilo. Também no elenco, a Elsa Lanchester, que alguns anos depois voltaria a contracenar com o Laughton, em Rembrandt, mas que será sempre lembrada como Bride of Frankenstein. Em blu-ray, vi The Other Boleyn Girl (EUA-GB, 2008), do Justin Chadwick. Uma visão grandemente romantizada das irmãs Boleyn, principalmente da Mary, que aqui aparece como uma moçoila pura e ingênua mas que na verdade já era uma mulher escolada com vários romances no currículo quando se tornou amante do Henry VIII. Uma coisa que incomoda na narrativa é que, lá pelo meio do filme, depois de uma longa preparação, tudo começa a acontecer tão rapidamente que eu achei que o meu aparelho estava com defeito e pulando cenas. O elenco ao menos é bom, com a bonitinha Natalie Portman como Anne Boleyn, a bonitinha Scarlett Johansson como Mary Boleyn, o Eric Bana como Henry Tudor (ele não me convence muito em nenhum dos seus papéis, talvez ainda seja trauma por causa do Hulk), a Ana Torrent como Katherine of Aragon (boa idéia escolher uma espanhola para interpretar este papel, ao contrário da Catarina da série The Tudors que fala um castelhano atrapalhado), e a Kristin Scott Thomas como mãe das mocinhas Boleyn (talvez o melhor papel do filme). #
sexta-feira, 05 de março de 2010
[ 20:41 ]
Vinho da noite: The Optimist Shiraz Cabernet 2008. Não gostei. Não sei se foi a safra, a marca, ou a mistura de uvas shiraz (80%) com cabernet (20%), mas achei ácido demais e alcoólico demais, não passei da primeira taça. #
[ 16:34 ]
Assisti em dvr Little Big Man (EUA, 1970), do Arthur Penn, um filme que eu não via há décadas. Dustin Hoffman é o narrador (possivelmente não muito confiável) da história de Jack Crabb (ele mesmo), um homem branco que viveu entre índios Cheyenne, voltou à sociedade dos homens brancos, voltou aos índios, e repetiu várias vezes esse vai-e-volta até se tornar o único sobrevivente branco no massacre de Little Bighorn. A história, episódica, oferece um comentário divertido sobre os diversos estereótipos do velho oeste (índios, soldados, religiosos, vigaristas, pistoleiros, etc) mas o ponto central do filme é a crítica do genocídio promovido pelos colonizadores brancos, principalmente através do exército, contra a população nativa do país. Curiosamente, o filme que levou o Oscar naquele ano foi Patton, biografia de um general. Little Big Man nem foi indicado. #
quinta-feira, 04 de março de 2010
[ 15:38 ]
Voltando ao meu ciclo sherlockiano, comecei a assistir em dvd a série da Granada Television The Adventures of Sherlock Holmes, com o Jeremy Brett interpretando o detetive e o David Burke como doutor Watson. Os episódios adaptam os contos do Conan Doyle mas não seguem ordem cronológica. Assim, a primeira temporada, de 1984, começa com A Scandal in Bohemia, The Dancing Men, The Naval Treaty e The Solitary Cyclist. Brett faz um excelente Holmes, com várias das características apresentadas nos livros, das variações de humor à falta de consideração com os sentimentos alheios. E o Watson aqui parece finalmente ter recebido algum respeito dos roteiristas, que o colocam como parceiro coadjuvante nas aventuras do detetive (como nas histórias originais) e não como um bobalhão usado para efeito cômico (como em tantas adaptações para cinema e televisão). #
quarta-feira, 03 de março de 2010
[ 11:06 ]
Sessão dupla em dvr com filmes indie. The Night of the White Pants (EUA, 2006), escrito e dirigido pela Amy Talkington, é mais uma história razoavelmente interessante que acaba não indo a lugar algum. Um roqueiro/traficante/programador (Nick Stahl, o John Connor de Terminator 3) colide com a família disfuncional da sua namorada (Selma Blair, de Cruel Intentions), particularmente com o seu pai (Tom Wilkinson, de Michael Clayton), o distinto empreendedor falido que usa as calças brancas do título. Fraco. The Education of Charlie Banks (EUA, 2007), dirigido pelo Fred Durst (mais conhecido como líder da banda Limp Bizkit), conta a história de um adolescente (Jesse Eisenberg, de The Hunting Party) dos anos oitenta e um sujeito (Jason Ritter, da série Joan of Arcadia) que oscila entre nêmesis e amigo do protagonista. O filme é um pouco lento mas a dinâmica entre os dois é interessante. Também no elenco, Chris Marquette (de Fanboys) e Sebastian Stan (da série Kings). Razoável. #
